Entre a Luz e a Sombra

de  luciana Burlamaqui

Três destinos que se cruzam no maior presídio de America Latina

Uma câmera que acompanha esta história  por sete anos

Um Brasil que se revela entre o encanto e desencanto humano.

Produção Executiva: Luciana Burlamaqui

Câmera, Áudio, Roteiro, Direção: Luciana Burlamaqui

Produtores Associados: Daniel A. Rubio, Matias Lancetti, Renata Carneiro

Edição: Matias Lancetti, Luciana Burlamaqui, Daniel A. Rubio

Edição de Som: Vox Mundi/Juvenal Dias

Finalização de Imagem: Módulos/ Arte: Bijari / Site e Arte (material promocional): Adriana Aranha - Trilha: Marcus Viana / Produção: Zora Mídia / Distribuição: VideoFilmes - Trilha do Trailer: Marcus Viana, DJ Toni

"Entre a Luz e a Sombra" tem os ingredientes de um bom doc de processo, desses que capturam o desenvolvimento de um assunto no tempo. Nesses casos, é impossível definir se é o cineasta que se apega ao tema e aos personagens, ou se são estes que se impõem como algo a acompanhar. Não importa. O que o documentário nos entrega agora é um espantoso testemunho da crise social brasileira, junto com uma complexa reflexão sobre a consciência da classe média diante do mundo do crime.

 Entre a Luz e a Sombra  Ele engole com sua fome de realidade todas as recentes ficções sobre a violência urbana brasileira. Não tem cenas de ação nem estereótipos de roteiristas espertos, mas um tenso e surpreendente retrato de vidas que se constroem, em tempo real, diante dos nossos olhos. Vocês não perdem por esperar.

Um filme com fome de realidade

 Carlos Alberto Mattos

O Filme Tem amigos que se reencontram na prisão, tem amor entre classes sociais distintas, tem separações, tem rap, sucesso e celebridades. Tem o céu e o inferno correndo nas veias de um incrível documentário.

O Equipe começou a gravar, em 2000, os encontros dos rappers presidiários Dexter e Afro X e da atriz Sophia Bisilliat com jovens da Febem em São Paulo. Dexter e Afro X, amigos de infância na periferia de São Bernardo do Campo, formavam então o bem-sucedido grupo 509-E (número da cela que o destino os fez dividir no Carandiru). Dexter tinha um romance com Sophia, que desde os anos 1980 realizava trabalhos de humanização da vida carcerária através da arte.

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