O PULSO DA HISTÓRIA Eleições 2022

Série Documental/jornalística/ Observacional

  Quais são os caminhos para o Brasil  pôs - Pandemia e pôs Bolsonaro?

Esta série acompanha os candidatos, movimentos políticos, movimentos sociais  na procura pelo senso comum perdido, que dei saída aos anos de convulsões politicas, desinformação, polarização ,pôs crise sanitária: 

 

Esta Série mostra como a sociedade se organiza e aponta possíveis caminhos para o retorno ao senso comum e a democracia representativa.

ONGOING DOCUMENTARY

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Caminhos para uma frente progressista - A história acontecendo "Frente contra Bolsonaro se fortalece no palanque, por um Brasil Progressista- 02 de Outubro de 2021-Ave. Paulista- São Paulo Brasil - 

Participação e diiversidade da sociedade civil ------------------------

Caminhos para uma frente progressista - O Movimento "Direitos Já - Fórum pela Democracia - Coordenado pelo sociologo Fernando Guimarães surge em 2019 como  uma reação a onda de obscurantismo provocada pela assenção da ultra direita no Brasil.

O papel do Estado e o  senso comum

 

A COVID 19 está obrigando a os Estados, a os governos e a toda a sociedade a finalmente cuidar de sua gente. 

 

O universo está nos obrigando fazer o que deveríamos ter feito há muito tempo. 

Sempre as grandes crises e catástrofes nos deixam ensinamentos: Esta pandemia sem duvida, também vai ter seus frutos. Assim também como a experiência do Governo Bolsonaro. Pensamentos que podiam ser vistos como radicais, hoje parecem necessários, eu gostaria de ser mais radical; radicalmente empático com o senso comum e profundamente humano. Utópico pode ser, acho que é bom. 

​“A economia deve estar ao serviço das pessoas e não as pessoas ao serviço da economia” 

Antes de esta crise sanitária e já faz tempo, sucessivas crises cresciam exponencialmente no mundo, migrações, superconsumo, aumento da pobreza governos de ultradireita, fragmentação e manipulação da informação provocada pelo uso das redes sociais... e a tendência mundial era a diminuição do role do Estado. 

Nesta crise mundial quem está tentando organizar, coordenar, financiar estratégias, são os Estados (do mundo), O grande capital está em silencio. 

A empresa privada nunca teve obrigação nem o interesse, exceto alguns poucos casos, de cuidar a seus cidadãos, por isto o Estado joga hoje um papel primordial. O Estado “tem a obrigação de tentar resolver" 

É tempo de pensar diferente, e necessário entender que o mundo mudou, em dois anos mudaram as propriedades de todos nos. No sentido pessoal e no sentido da organização de nossa sociedade para tentar respostas a questões urgentes que nos atingem. 

Ideias conspiratórias sem embasamento técnico e empático acho que hoje ficam fora. É perdida de tempo discutir isso e não vai resolve nada: lamentavelmente gente vai morrer, por falta de atendimento, gente que vai adoecer, gente que vão ter fome e elas não tem nada a ver com as ideias conspiratórias e brigas de poder. 

Neste minuto um grande senso humanista, a empatia e o senso poderiam tomar conta de nos. 

 

Daniel A. Rubio

Diretor Série: “O Pulso da História”

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Caminhos para uma frente progressista - Frente a disputa eleitoral.

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Caminhos para uma frente progressista - Movimentos  de Estudantes atentosp ara proteger a democracia

Caminhos para uma frente progressista - Frente a disputa eleitoral.

A COVID 19  está obrigando a os Estados, a os governos e a toda a sociedade a finalmente cuidar de sua gente. 

O universo está nos obrigando fazer o que deveríamos ter feito há muito tempo. 

Sempre as grandes crises e catástrofes nos deixam ensinamentos: Esta pandemia sem duvida, também vai ter seus frutos. Asim também como a experiência do Governo Bolsonaro. Pensamentos que podiam ser vistos como radicais, hoje parecem necessários, eu gostaria de ser mais radical; radicalmente empático com senso comum e profundamente humanista. Utópico pode ser, acho que é bom. 

“A economia deve estar ao serviço das pessoas e não as pessoas ao serviço da economia” 

Antes de esta crise sanitária e já faz tempo sucessivas crises estavam aparecendo exponencialmente no mundo, migrações, superconsumo, aumento da pobreza governos de ultradireita, fragmentação e manipulação provocada pelo uso das redes sociais... e a tendência mundial era a diminuição do role do Estado. 

Nesta crise mundial quem está tentando organizar, coordenar, financiar estratégias, são os Estados (do mundo), O grande capital está em silencio. 

A empresa privada nunca teve obrigação nem o interesse, exceto alguns poucos casos, de cuidar a seus cidadãos, por isto o Estado joga hoje um role primordial. O Estado “tem a obrigação de tentar resolver" 

É tempo de pensar diferente, e necessário entender que o mundo mudou, em dois anos mudaram as propriedades de todos nos. No sentido pessoal e no sentido da organização de nossa sociedade para tentar respostas a questões urgentes nos atingem. 

Ideias conspiratórias sem embasamento técnico e empático acho que hoje ficam fora. É perdida de tempo discutir isso e não vai resolve nada: lamentavelmente gente vai morrer, por falta de atendimento, gente que vai adoecer, gente que vão ter fome e elas não tem nada a ver com as ideias conspiratórias e brigas de poder. 

Neste minuto um grande senso humanista, a empatia e o senso poderiam tomar conta de nos. 

 

Daniel A. Rubio

Diretor Série: “O Pulso da História”

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